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14.10.09

Libelinhas ainda vá lá...

agora bichinhos esquisitos tipo aranhões microscópicos que saltam tipo pulguinhas é que já areia a mais para o meu camião.

Anteontem com o calor que esteve, tive as janelas da cozinha abertas o dia todo, incluíndo fim de tarde já com as luzes acesas e hora de jantar. Enquanto arrumava a louça começei a reparar nuns bichos, estes que descrevi, por todo o lado. Fáceis de aniquilar, mas mais que as mães. Enervada e já cheia de comichões andei feita louca à procura de uma batata podre ou de uma maçã que tenha rolado para um canto em estado de decomposição. Nada. Continuei a exterminá-los enojada. Não paravam de aparecer à minha frente, parecia gozação organizada.

O Nuno que chegou mais tarde e que me apanhou à beira de um ataque de nervos, desfigurada pela mórbida tarefa, também andou de rabo para o ar à procura da fonte. Quando de repente me diz Inês... com aquela voz de quem está à beira de me dar uma má notícia mas que não pode falar muito alto para não acordar o monstro. Olha... e aponta para o tecto.

Eram tantos. Colados no tecto da minha linda cozinha. Tantos.

Armei-me de aspirador em punho, tipo ghostbuster e eles nem reagiram. De repente estavam ali e depois já não estavam. Nem sabem o que lhes aconteceu à vida.


Depois lá vi que também havia vários colados aos vidros do lado de fora da janela. Percebi que como tenho um jardim e lagos mesmo à beira da minha janela, seria dali que eles vinham. Por causa do calor fora de horas, digo eu. Porque nunca tinha visto tal coisa.

Bichos tão estranhos. É a contrapartida deste calor outonal. Não podemos querer tudo.

28.4.08

No sábado

olhámos para o céu e demos de caras com uma aureola misteriosa à volta do sol. Nunca tinha visto tal coisa, mas pelo que pesquisei é um fenómeno frequente, que de certa forma está ligado a aumentos bruscos de temperatura. Chama-se Halo e é provocado pela reflexão da luz do sol em cristais de gelo gerados por nuvens localizadas entre cinco a dez quilómetros de altura.

Um dia destes gostava era de ver uma aurora boreal. Isso é que era.

15.5.07

Porque será

que ainda ninguém se lembrou de inventar uns "pára-sóis" para carros realmente eficazes. Porque aquelas coisitas ovais com bonecadas ou mesmo todos pretos são muito irritantes. Para já estão sempre a caír, depois ocupam apenas metade da janela e devem filtrar aí 5% dos raios de sol. Ou seja, não servem para nada e anda tudo para aí com fraldas de pano penduradas nas janelas, que nos tiram visibilidade a nós condutores e às criançinhas que barafustam o tempo todo porque querem ver a rua. Além disso, em dias de chuva ficam ensopados.

E já agora, não há niguém que invente bolacha maria já ralada, assim num pacotinho, pronto a comprar e pronta a usar? Anda tudo a dormir ou quê? (se estivesse aqui a Joana já me estava a dizer "não se diz ó quê!")

18.4.07

Coisas que me intrigam.

Os bolos de anos que estão nas montras ou naquelas marquises frigoríficas nas pastelarias. Fico sempre a pensar quem os comprará. Têm sempre um ar muito artificial. Muito perfeitinho. Prefiro um bolo torto mas com um ar caseiro, fresco, do que estes que ficam dias e dias ali à espreita. A rodar nas marquises. E são sempre tantos. Será que há mercado para tantos bolos comprados por impulso, ou por urgência?