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19.3.08

A minha sala

ficou muito catita com as almofadas novas que a Paula fez. Lindas. Depois mostro as outras, quando esta chuva der à sola e eu poder fotografar a sala com sol.

22.2.08

Trapos!

Gosto de verde. É fresco, alegre e ao mesmo tempo suave. Entreguei estes tecidos ontem à Paula, para me fazer umas belas almofadas para dar finalmente alguma cor à nossa sala. Depois mostro o resultado final. (estou desejosa de ver!)

6.2.08

E depois da aventura das mudanças

começo finalmente a sentir-me em casa.

Em 4 dias arrumei o máximo que consegui. Não fiz mais nada mas tirei os caixotes do meu caminho, que não consigo viver assim. As meninas gostam da casa. A Rita ainda não se habituou ao quarto novo e maior e passa boa parte do tempo no quarto da Nãna, mesmo quando ela está na escola. A Joana vibrou principalmente com a sua secretária nova e no dia em que dormimos cá pela primeira vez, passou ali algumas horas a arrumar as canetas e os lápis de cera em gavetinhas e a fazer desenhos.

Eu ainda ando um bocado à nora com o sítio das coisas. Quando tenho que ir buscar qualquer coisa, tenho que pensar uns segundos até me lembrar onde a pus e normalmente ainda abro uma gaveta errada antes da certa.
Gosto do meu sítio para trabalhar, é grande e tem esta vista. Gosto de ter verde, flores e laguinhos à minha volta.

Ainda tenho saudades da outra casa, vou lá de vez em quando buscar ou levar qualquer coisa e sinto aquele aperto. Sinto falta da vida de rua que tinha por ali, daquela coisa de conhecer os vizinhos, de falar com as pessoas, de ir à mercearia e de toda a gente saber o nome das meninas.


Mas gosto tanto desta casa que daqui a uns tempos já tem a alma que merece.

7.1.08

O final de 2007

acabou com a escolha de uma casa nova pela qual nos apaixonámos. E o início do ano começou com a notícia de que iríamos mesmo poder comprá-la.

Tenho alguma pena em sair desta casa, porque nasci, cresci aqui e voltei quando casei. Além disso foi onde a Joana e a Rita nasceram. Mas a casa está a arranjar forma de me irritar de tal maneira que estou desejosa de sair. Depois daqueles dias em que tudo parecia avariar-se, a saga continuou quase diariamente com qualquer coisa a partir-se ou alguma máquina que se estragou.

Desde o tecto da dispensa começar a pingar e encher baldes e baldes de água e criar bolôr que se espalhou como uma praga, até ao frigorífico que começou a criar gelo e que faz tanto barulho que parece que vai explodir, a máquina da roupa que teve de levar um motor novo, até uma porta do meu roupeiro que não abre, e a surpresa de encontrar de um dia para o outro os móveis do quarto da Joana cheios de bolôr, quando ainda quase não choveu.

Parece que a casa me está a dar um empurrãozinho para não ter pena de sair.
Mas como vamos mudar ainda neste trimestre, estamos naquela fase em que já não vale a pena arranjar o que se avariou e já não vale a pena arrumar nada a fundo. E então o caos instalou-se e a ideia é conviver com o caos da melhor maneira possível. E por isso ando um bocadinho com os cabelos em pé, porque nem arrumo aqui nem posso arrumar lá. É uma espécie de limbo, já nem estou aqui mas também ainda não estou lá. E detesto sentir-me pendente.

Mas ao mesmo tempo até estou surpreendida, porque sendo eu uma pessoa que abomina mudanças de qualquer tipo, aqui sinto exactamente o contrário. E é um alívio saber que vou para uma casa de que gosto mesmo 100%. Ajuda a não sentir muita nostalgia. Ou então, adia-se a nostalgia para mais tarde.