Mostrar mensagens com a etiqueta desporto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta desporto. Mostrar todas as mensagens

23.11.12

O cúmulo da minha bipolaridade na corrida é isto:


começar um treino de 10 kms com a energia de uma caracoleta mas sempre com o delírio que vou despachar aquilo em menos de uma hora, depois passo por momentos doentios e homicidas em relação ao percurso da meia maratona do dia 9 de Dezembro (a minha odiada 24 de Julho) e acabo o treino a arrastar-me e a pensar que naquela zona lamacenta ali mais à frente era mas é bom para escorregar, torcer o pé ou partir um bracinho e acabava-se já com isto.

Cheguei mesmo a imaginar o pé inchado e desculpem lá qualquer coisinha mas com o pé assim não posso mesmo ir à meia maratona. Temos pena.

2.11.12

Para a corrida do Porto (15km)

ia assim num misto de expectativas baixas com uns laivos de optimismo porque tenho sempre uns momentos delirantes em que acho que estou dois meses parada mas que quando recomeço vou estar uma estampa. 

Não queria ultrapassar a 1h30, mas depois da miséria de tempo na Corrida do Tejo, não estava assim muito confiante, mas lá está, ao mesmo tempo achava que ia despachar aquilo num instante. É assim um sentimento meio bipolar de ahhh, se calhar nem consigo acabar..., com uma euforia género ahhh é que se calhar mais um bocadinho e até tinha corrido a maratona!

Mas tinha que correr bem, afinal treinei que me desunhei, andei a passar fome durante dias, a comer peixinho e comida de coelho para depois armazenar os tais hidratos de carbono a que tinha direito. A partir de 5ª feira foi assim um descalabro em termos de alimentação, sempre com muita massa (é que não me falem em esparguete). Mas realmente as pernas estavam com outro andamento.

Fomos todos em família para o Porto, família de corredores e de alguns não corredores mas grandes apoiantes. E a criançada que cresce a ouvir falar em pace, quilómetros, treinos e dores musculares e a ver pai ou mãe, quer faça chuva ou faça sol, a sair estrada fora para uma corridinha.

Estava um frio de morte, sol mas um vento cortante e durante a espera na partida, os meus dentes batiam, toda eu tremia. Os quenianos à frente e os meus chineses logo a seguir. Orgulho. O Nuno que se supera constantemente e que tem uma força de vontade e uma dedicação que eu almejo ter um dia. Que me motiva como ninguém, mas que também sabe chamar-me à terra quando é preciso. Não se queixa de nada, se for preciso corre 30 kms no Alentejo sozinho e logo a seguir vem de bicicleta acompanhar-me nos meus treinos. That's my boy. O Ricardo que parece que faz isto com uma pernas às costas e que me matraqueia sempre sobre a alimentação. Corre aos saltinhos com uma leveza e respira só pelo nariz, que é uma das minhas grandes ambições de vida :). O João, um optimista por natureza e sempre pronto para grandes desafios com os irmãos, nunca hesita. De alças na partida, sem sentir frio como se estivessem 35 graus. Sempre o conheci assim de manga curta em pleno inverno.

Eles partiram e nós ficámos cá mais para trás com uma visão sobre a mancha de corredores na subida logo em frente, a rua às cores cheia de gente, malta nova, algumas crianças, muitos velhotes chupadinhos ou barrigudos, velhotas que me ultrapassam, homens feios, bonitos, mulheres magras, gordas. Mas todos com uma razão muito particular para o fazer. 

Soube-me mesmo bem correr neste dia, apesar das enormes dores de garganta e do ar frio que me doía e das rajadas de vento que tanto me empurravam como me travavam. Ia leve, feliz com a playlist no ipod, entretida a ver as ruas do Porto e sem caminhantes para ultrapassar, que muito respeito, mas que atrapalham tanto os inícios das corridas.

 Fiz os 10 kms em 56 minutos. Estava maluca com o meu pace, não me sentia cansada. O percurso era fácil, tinha descidas, muito trajecto plano e algumas subidas curtas, tirando a última mais longa. Os tais 15 km, são afinal mais de 16 km e no fim fui atacada na subida por dor de burro que teimava em não passar, já nem me conseguia endireitar. Quando o relógio apitou os 15 kms não havia sinal da meta. Continuei a subir irritada como uma bombinha de carnaval prestes a rebentar. Aos 16.300 lá passei a meta meia marreca. Fiz os 15 km em 1:28. Os 16.300 fiz em 1:36.

Reencontrei-me com a Catarina e Isabel e lá fomos nós posicionar-nos para ver a Joaninha que entretanto fez a caminhada a caminhar. Saltei as barreiras e vim a correr de mão dada com ela até à meta, mas coitadinha vinha adoentada e frustrada por não ter conseguido correr, mas a tosse não deixou. A seguir fomos aplaudir os maratonistas e apanhar os nossos e correr um bocadinho com eles na recta final. Muito pouca gente na rua a aplaudir, só mesmo perto da meta. É pena não se conseguir mobilizar mais as pessoas. Mas tentámos dar algum alento naqueles minutos finais e mostrar que a meta era já ali ao virar da esquina.

No fim, um banho quentinho, um belo bife cheio de molho, muita batata frita (juro que ouvi o meu corpo a dar gritinhos de alegria) e uma rouquidão que me deixou afónica. Mas esta corrida motivou-me como poucas e já sonho com voos um bocadinho mais altos.

22.10.12

Tiram-me os hidratos de carbono,


e eu não me responsabilizo.

Mas tenho que me aguentar até 5ª feira sem comer pães de leite. Agora que eu conheci os pães de leite da Padaria Portuguesa. Batata, pão, massa. Crepes com nutela. "Ah e tal, até 4ª não podes, depois a partir de 5ª feira, enfardas." Ok, senhor PT de rua. Gosto da parte do enfardar. Nós (eu e Catarina) cumprimos. Tristes, insuportáveis, alteradas e descompensadas, mas cumprimos.

Eu e a minha companheira de estrada corremos desde 2009 e já fizemos duas meias maratonas e muitas corridas por essa cidade fora. Somos muito focadas em objectivos e esmorecemos com alguma facilidade se não os conseguimos alcançar.

Vamos aqui esclarecer uma coisa: eu não gosto de correr. Correr custa como tudo. Mas adoro a sensação no fim da corrida, de saúde, de dever cumprido e de nos irmos  conseguindo superar. Prazer como tinha quando jogava ténis, nunca senti. Talvez no 1º, 2º km consiga ter esse sentimento de liberdade, ao ouvir música boa, de andar aí pela rua aos saltinhos. Mas o resto do tempo vou a arfar como um cão com esgana. Dói-me a alma, penso em parar de 30 em 30 segundos, tenho sede, irrita-me o pinguinho de suor que escorre pela testa e que me faz cócegas, ou o cabelo que se desprendeu do gancho e anda ali para cima e para baixo, ou o suor que escorre para os olhos e que me arde, ou o fio do ipod que se enrola no braço, ou fico enjoada, ou com frio interior que é uma coisa estranhíssima que sinto durante as corridas em que vou a puxar mais.

Vou numa luta interna constante. Se conseguisse falar, barafustava com toda a gente que ousasse aproximar-se a um metro de mim. Tudo me incomoda. Mas não consigo falar. Nem ouvir. Quando o Nuno corre comigo, no fim da corrida em que ele torce por mim, me espicaça e "faz assim e faz assado, levanta os pés, dá saltinhos, os pés menos tempo no chão, tem que doer, respira assim, respira assado" e eu arghhhhhhhhhh, cala-tiii! Pareço aquelas mulheres no fim do parto em que o marido diz: força força, push push! e elas não suportam e expulsam o marido da sala de partos. É assim que acontece. Ele agora já sabe. Basta estar ali ao lado, caladinho.

Somos umas meninas, como o Nuno nos diz. E somos mesmo. Treinamos que nem umas moiras mas queixamo-nos de tudo. Mas acho que já alcançámos muitos feitos. E já não escolhemos os percursos só planos (já não suportamos Belém, argh até me dá náuseas), e até a fazer aquelas subidas puxadas em Monsanto andamos. Estamos menos meninas. Mas levamos na cabeça na mesma. Eu porque páro para beber água. Devia beber a água em andamento. Ou porque vou a ouvir música enquanto devia ir a ouvir o corpo. Ou porque só como porcarias. Ou porque não respiro pelo nariz. Ou porque não me dói nada no fim e devia doer. Ou porque não cumpro os tempos que estão nos treinos ou porque páro no Verão. Em Julho e Agosto meto baixa na corrida. E deito todo o treino desde Janeiro por água abaixo. Chego a Setembro com 1001 objectivos mas com a forma de uma tartaruga com diabetes. Arrependo-me amargamente.

Mas também levo muitas festinhas porque o meu PT de rua também sabe incentivar-me como ninguém. E é ele que me aconselha e me dá alento. E ele sabe como eu sou preguiçosa e como a minha cabeça muitas vezes tem vida própria e não é fácil de domesticar. Mas a corrida foi como um bichinho que se entranhou assim de repente. Fui contagiada pelo Nuno, pelos meus cunhados, pelos amigos. Enquanto eles já correm maratonas por esse mundo fora e fazem tempos do além, eu vou tentando melhorar o mais que consigo.

Dia 28 os pros da família vão correr a Maratona do Porto. As ladies 15 km e a minha Joaninha vai correr 6 kms e treina com uma devoção contagiante.

Mas não esquecer como isto tudo começou: com o trambolho. Nota-se portanto alguma evolução :)

22.3.10

Hoje estou com o andar

à Patrick Swayze. Aquele andar robótico em que as pernas quase não dobram. Ontem corri pela primeira vez a mini-maratona e consegui fazer os quase 8 km a correr. Estive 1h05 a esfalfar-me. Tirando 100 metros em que fui em passo acelerado pois as pulsações já estavam altas demais para o meu gosto.

A parte da ponte é muito engraçada, a vista é linda mesmo com algum nevoeiro. Faz-se bem depressa mas é tanta gente que o objectivo é tentar não tropeçar nas pessoas que vão a correr e travam de repente ou as que correm aos zig-zags. E não escorregar nas grelhas que fazem aquele barulho tão característico da Ponte quando lá passamos de carro. São trilhos sem gente para ultrapassar, mas é muito fácil torcer o pé ou escorregar.

É giro ver as pessoas espalhadas pela rua que nos aplaudem como se fôssemos uma Rosa Mota. Parece irrelevante mas até ajuda. Levamos encontrões a toda a hora de pessoas suadas e fedorentas e vemos passar os da meia-maratona a correr 3 vezes mais rápido que nós para uma distância 3 vezes maior também. Sentimo-nos o palhaço pobre no meio do povo enquanto os da meia têm uma estrada só para eles. : )

O pensinho no nariz, apesar de ridículo, faz mesmo toda a diferença e é uma desilusão não poder respirar tão bem o resto do tempo. Que vontade que eu tenho de endireitar o nariz por dentro para poder respirar como deve ser.

No fim é um alívio vislumbrar a meta e um orgulho quando conseguimos fazer mais do que estávamos à espera. O meu pensamento quando parei resumia-se a comida. Queria um hamburger do macdonalds mais do que tudo na vida.

8.3.10

Isto aqui anda um bocadinho paradote...

ao contrário de mim que ando cada vez mais activa.

Continuo com as corridas diárias no trambolho e cada vez gosto mais. Hoje pela primeira vez consegui correr 15 minutos de seguida sem ter que descansar a meio. Eu sei que para quem corre há algum tempo, isto é uma miseriazinha, mas para mim que sou uma preguiçosa do pior, que até acha uma trabalheira ter que calçar uns ténis, é um feito.
Agora a ideia é ir até à meia hora de seguida a correr e mais tarde aumentar a velocidade de corrida.

Continua a irritar-me o número de calorias que queimo. Umas míseras 150. Fiquei espantada quando soube que o Nuno na maratona gastou 5000. Ora aí está um número simpático. Dava para comer todo o chantili às colheres que quisesse e arrufadas de cinco em cino minutos.

Uma coisa que estranho é que desde que comecei nunca senti uma, umazinha que fosse, dorzita muscular nas pernas. Nada. Elas fartam-se de bombar e os músculos não se ressentem? Assim a celulite não descola. E a firmeza fica pelo caminho.

A parte que eu gosto é de me superar, devagarinho mas vou conseguindo. E a sensação que dá de nos sentirmos mais elegantes, apesar de até estarmos iguais e mais saudáveis, apesar de continuarmos a comer porcarias. É assim uma aura de saúde que emana de mim nos dias em que corro.

A parte chata é o tédio. Hoje até conseguia correr mais tempo, até aumentei a velocidade no fim, mas estava tão entediada. É que a passadeira chateia como tudo, não há nada para fazer, nada para ver, sempre a olhar para ao mesmo sítio que no meu caso é uma parede branca. Se olho para ela começo a ter visões. Olhar para os pés e esmiufrar todos os pormenores dos ténis, dá-me tonturas. Resta-me olhar para a passadeira. Já estudei todos os cantinhos que há para estudar, já me irritei com o pó que descubro em todo o lado, o cotão aos saltos a chamar por mim. Penso sempre em limpar quando acabar mas esqueço-me sempre. No dia seguinte lá está ele a troçar de mim. Qualquer dia engole-me a mim e à passadeira. Restam-me os joguinhos com os números do painel. Invento contas, simetrias e sequências malucas. Fora as instruções em português e em inglês que já sei de cor. Resumindo, já não a posso ver. Sempre preta, com pó e com os mesmos números a tentarem enloquecer-me.

Ouço num radiozinho com fones as notícias da tsf e lá me distraio minimamente. Acho que meia hora disto vai-me entediar de morte. Preciso de um ipod. Faço anos dia 18 de Maio. Juntem-se todos e vá. A ideia não foi minha. Mas foi muito boa.

20.11.09

A minha resistência física

está a melhorar a olhos vistos. Andava a correr com a inclinação quase no máximo. Punha assim para andar e para exercitar bem as pernas e quando era altura de correr esquecia-me de baixar. Só faltava uma mochila nas costas com uma bigorna lá dentro para dificultar ainda mais. Resultado, bofes descompensados logo nos primeiros 10 segundos, uma pontada forte no coração e língua pendurada.

Agora não, quando é para correr, lá me lembro de baixar a inclinação e tenho aguentado muito mais tempo. Claro que nos míseros 13 minutos diários que estou na passadeira faço dois terços a andar bem depressa e com inclinação alta e um terço a correr. Mas para mim, que sou do mais preguiçoso que há para fazer desporto, acreditem, é um feito. E o coração já não bomba a 200 pulsações ou mais como era meu hábito. Agora mantém-se ali pelos 160/165 e quando chega aos 170 abrando.

Ainda é muito curta a distância que faço e as calorias que gasto são de bradar aos céus. Mato-me a correr e no fim a máquina diz-me que só gastei 124 calorias. Apetece-me estrangulá-la e mandá-la para a arrecadação tapada com uma manta velha e esburacada. Mas não interessa, o que interessa é que me estou a sentir bem, mais enérgica e saudável. E a preguicite já era.

13.11.09

Está-me cá a parecer

que tudo à minha volta anda em dieta. Fora de época, que a febre das dietas costuma começar lá para a primavera. Se calhar devia aderir à moda porque o pneu na minha barriga está a perder a compostura. E mais agora, que vou ter a machine e já toda a gente me disse que a machine faz engordar. Os doces fazem-se num instante e por isso um leitinho-creme assim à noite, feito em 5 minutinhos, é sempre uma alegria para a alma.

Adoro comer. E como muito. Sempre tive muita sorte de ter um metabolismo amiguinho, porque para a quantidade de coisas que como, já podia ser uma bola. Mas sou magra, tirando o parvo do pneu. Gosto tanto de comer que, quando era mais pequena, chegava a comer dez carcaças com manteiga ao pequeno-almoço. Chegava da escola e comia bifes fritos ao lanche. Agora já não faço estas alarvidades, não porque não me apeteça, mas porque tenho juízo. Como é taças de chantili à noite enquanto vejo televisão (só faltava o spray de chantili directo para a boca, como nos filmes), como petit gateaus fora das refeições, cozinho massa de bolo crua em pequenas quantidades para me lambuzar enquanto vejo um filme, faço sopinhas de pão nos refogados enquanto cozinho e por aí fora. É escandaloso, eu sei, mas até há coisa de um ano e tal, o corpo não se ressentia.

Agora a coisa muda de figura. A Bimby engorda. E eu não quero engordar. Mas também não quero deixar de comer. Então entrou em cena o meu amigo trambolho. Ando activa como nunca. Todos os dias ando e corro na passadeira. Corro ainda muito pouco, porque a minha forma é tão má, que mal começo a correr, me fica a doer o coração e fico com os bofes de fora como se estivesse a correr há duas horas. Muito mauzinho mesmo. Mas nada se alcança sem tempo e persistência e por isso, vou continuar a fazê-lo e vou aumentando progressivamente o esforço. Vai-me ajudar também nas minhas aulas de ténis a ter mais pulmão e pernas. E é óptima a sensação de começar o dia a fazer desporto. Fico com energia para dar e vender.

Qualquer dia estou aí a correr a maratona. Não sem antes fazer umas farófias deliciosas na minha nova melhor amiga.

11.5.09

O Nuno é teimoso.

Eu também. Quando mete uma coisa na cabeça é para ser feita. Eu já nem por isso. Tenho o defeito de só ser muito perseverante em algumas coisas, não em todas. E de ser selectiva na teimosia. Mas isto não é sobre mim. É sobre ele, que ontem se superou.

Quando ouvi pela primeira vez que estava a pensar correr uma maratona, saltaram-me logo as garras para fora, que nem pensar, que ai o teu coração, que ai ainda te explode para aí uma artéria na cabeça, que não, olha que tens duas filhas, que não quero ficar viúva tão cedo e que vá lá não te metas nisso, deixa lá essas coisas para os quenianos.


Mas é teimoso, já disse? E portanto sossegou-me que ia ter cuidado, que ia monotorizar o coração e que se não se sentisse bem que parava. Até ontem o máximo que tinha corrido tinham sido 25 quilómetros no fim-de-semana anterior no Alentejo e no fim acabou "esquisito". Esquisito para mim faz-me logo lembrar falta de sangue para pulsar o coração, ou uma bolha latejante na cabeça prestes a explodir, ou uma pessoa muito pálida a cair para o lado com um baque qualquer. Enfim, achei que era de loucos, mas que apesar de tudo, ele estava em forma e portanto não duvidava que ele conseguisse.
Passadas quatro horas em casa achei que se não tinha desistido até essa altura, ia conseguir terminar. Peguei nas miúdas e fomos para a meta. Gritar pelo nosso paizão campeão e pelo tio Ricardo que merecia uma grande trolitada na cabeça por nos meter em apuros como estes. Muito gostam eles de desafios. Chatos.

Ainda vinha a uns 500 metros quando reconheci o vermelho da camisola, a silhueta, o mano velho ao lado. Inteirinho e a arrastar-se. Surpreendido quando nos viu, emocionado posso dizer. Conseguiu. E nós batemos muitas palmas e ficámos muito orgulhosas do nosso Nuninho. E esperamos que não se meta noutra tão cedo e que arranjem desafios mais caseiros, mais interessantes tipo ver quem consegue lavar a louça mais depressa ou quem consegue durante um mês baixar o tampo da sanita mais vezes. Isso sim, são desafios admiráveis. Quais maratonas...

20.6.08

o Nuno comprou uma passadeira

ou melhor, um trambolho para me estragar a decoração toda do escritório. E em relação ao seu uso, identifico-me muito com a Rita.