31.10.07
Missangas
Tenho algumas missangas que quero vender ao preço de custo. Quem estiver interessado em vê-las, envie-me um mail para inesfelix@gmail.com e eu mandarei as fotos. Obrigada.
30.10.07
29.10.07
Um desabafo.
Cada vez mais me deparo com pessoas que têm um problema. Não sabem ouvir. Dá-me ideia que são pessoas egocêntricas, muito centradas em si próprias e nas histórias das suas vidas, que se dão pouco ao trabalho de ouvir o que os outros têm para dizer. Chega ao ponto de fazerem perguntas mas depois não ouvem a resposta, e chegam a ser mal-educadas ao ponto de deixarem os outros pendurados, a falar sozinhos, porque nesse momento lá decidem que não querem ouvir, dá muito trabalho. Provavelmente nem têm a noção que são péssimos ouvintes, mas acho que não é muito complicado de perceber. Basta olhar um bocadinho para dentro.
São pessoas com quem nos damos bem, se deste lado houver um bom ouvinte e se forem elas a falar, da sua vida, dos seus filhos caso haja. Caso contrário se a história é nossa...
Considero-me uma boa ouvinte e não que faça um esforço para tal, não, gosto de ouvir o que me têm a contar, interesso-me, e principalmente porque respeito as pessoas. Não pensava, até há pouco tempo, que fosse uma virtude, achava que era natural.
Acontece-me ficar pendurada e não acho que seja a pessoa mais interessante do mundo, mas também não sou uma pessoa que diga coisas tão sensaboronas que despertem tão pouca atenção nos outros ao ponto de não me ouvirem.
O problema é delas. Só. E ainda bem que eu não sou assim.
São pessoas com quem nos damos bem, se deste lado houver um bom ouvinte e se forem elas a falar, da sua vida, dos seus filhos caso haja. Caso contrário se a história é nossa...
Considero-me uma boa ouvinte e não que faça um esforço para tal, não, gosto de ouvir o que me têm a contar, interesso-me, e principalmente porque respeito as pessoas. Não pensava, até há pouco tempo, que fosse uma virtude, achava que era natural.
Acontece-me ficar pendurada e não acho que seja a pessoa mais interessante do mundo, mas também não sou uma pessoa que diga coisas tão sensaboronas que despertem tão pouca atenção nos outros ao ponto de não me ouvirem.
O problema é delas. Só. E ainda bem que eu não sou assim.
26.10.07
"Não"
é a palavra que a Rita tem na ponta da língua a toda a hora. Mesmo que queira dizer "sim", primeiro sai sempre um "nhão".
"Queres ir tomar banhoca?" Nhão.
"Queres ir brincar com os legos?" Nhão.
"Sabias que és muito linda?" Nhão.
"Queres um chocolate?" Nhão.
"Vamos mudar a fralda?" Nhão.
"Vamos ao parquinho?" Nhão.
"Queres brincar aos médicos?" Nhão.
Não deve ter nada a ver com o facto de ser também a palavra que ela mais ouve durante o dia.
"Queres ir tomar banhoca?" Nhão.
"Queres ir brincar com os legos?" Nhão.
"Sabias que és muito linda?" Nhão.
"Queres um chocolate?" Nhão.
"Vamos mudar a fralda?" Nhão.
"Vamos ao parquinho?" Nhão.
"Queres brincar aos médicos?" Nhão.
Não deve ter nada a ver com o facto de ser também a palavra que ela mais ouve durante o dia.
25.10.07
Este sábado
24.10.07
Ontem à noite
matei uma formiga enorme na minha cozinha. Gigante, parecia uma formiga dos trópicos, com corpo, preta, só faltavam os pêlos.
Durante a noite sonhei que tinha a cozinha cheia cheia de formigas dessas, a sairem por um buraquinho do tecto.
Tenho um subconsciente muito exagerado. (e muito meu amigo)
Durante a noite sonhei que tinha a cozinha cheia cheia de formigas dessas, a sairem por um buraquinho do tecto.
Tenho um subconsciente muito exagerado. (e muito meu amigo)
23.10.07
22.10.07
Este fim-de-semana




na companhia do Camaleão, uma manhã muito bem passada no Parque do Monteiro-mor, no Museu do Traje. O parque é enorme e lindíssimo e as actividades do camaleão giram todas em torno da natureza, até o barro que a criançada molda, é decorado com materiais naturais que se apanham no chão e são feitos em bases de tronco de árvore. E com o tempo maravilhoso que esteve, adorámos.À tarde um atelier de culinária no Lugar dos Sonhos onde a Joana fez doces altamente calóricos mas deliciosos.
19.10.07
18.10.07
E ainda a propósito
disto. A sensibilidade masculina é uma coisa intrigante.
Íamos no carro, os quatro. Estava muito calor e a Rita estava a apanhar muito sol. Várias vezes pedi para parar o carro para pôr uma fralda de pano na janela. Acabei por ir lá para trás no meio das duas cadeiras e com alguma ginástica cheguei à janela, abri-a e pus a fralda. Como estávamos em andamento, o vento empurrava as pontas da fralda para dentro e por isso tinha os dedos por fora para a empurrar.
Disse ao Nuno: "fecha" (devia ter dito "fecha devagarinho que tenho os dedos por fora". Mas não disse) e ele fechou de uma vez e entalou-me um dedo. Doeu que se farta e como já disse, achei que tinha cortado o dedo ao meio. Mas olhei e vi que estava inteiro mas com a pele toda levantada porque ao entalar, puxei-o para dentro.
E depois pronto, imaginem uma cena muito dramática, cabeça para baixo, rabinho para o ar, grito de dor, choro, ai ai ai, etc e tal, uma aflição daquelas. No meio das duas cadeiras e dos olhos esbugalhados delas e com o carro em andamento. Enfim, uma imagem triste de se ver de alguém que tem pouco sangue-frio. E eis que o Nuno se sai com esta pergunta altamente solidária:
"Queres que pare?"
Íamos no carro, os quatro. Estava muito calor e a Rita estava a apanhar muito sol. Várias vezes pedi para parar o carro para pôr uma fralda de pano na janela. Acabei por ir lá para trás no meio das duas cadeiras e com alguma ginástica cheguei à janela, abri-a e pus a fralda. Como estávamos em andamento, o vento empurrava as pontas da fralda para dentro e por isso tinha os dedos por fora para a empurrar.
Disse ao Nuno: "fecha" (devia ter dito "fecha devagarinho que tenho os dedos por fora". Mas não disse) e ele fechou de uma vez e entalou-me um dedo. Doeu que se farta e como já disse, achei que tinha cortado o dedo ao meio. Mas olhei e vi que estava inteiro mas com a pele toda levantada porque ao entalar, puxei-o para dentro.
E depois pronto, imaginem uma cena muito dramática, cabeça para baixo, rabinho para o ar, grito de dor, choro, ai ai ai, etc e tal, uma aflição daquelas. No meio das duas cadeiras e dos olhos esbugalhados delas e com o carro em andamento. Enfim, uma imagem triste de se ver de alguém que tem pouco sangue-frio. E eis que o Nuno se sai com esta pergunta altamente solidária:
"Queres que pare?"
17.10.07
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