que todas as semanas recebemos uma conta referente ao internamento da Joana. Tem sido uma rambóia de cartas a cobrar tudo e mais um cêntimo. Na altura pagámos ao hospital 200 euros que pensámos que incluísse todo o tratamento. Ingénuos.
Depois do nosso regresso recebemos duas contas. Uma referente à ambulância. Outra referente ao dentista que foi de propósito ao hospital ver o estado interior da boca da Joana. Ok. até aqui tudo bem. Achámos que nos podia ter sido cobrado na altura mas compreendemos.
A maior surpresa veio mais tarde quando recebemos uma carta referente ao salvamento na montanha. Ela estava a uns 200 metros do teleférico e o que fizeram além de lhe enfaixar a cabeça foi transportá-la até ao teleférico. Uma distância mesmo muito pequena porque a Joana espalhou-se já no fim da pista. Mas lá devem ter gasto litros e litros de gasolina e outros recursos porque a conta é de 380 euros. Não queria acreditar na roubalheira. Ainda que a tivessem salvo de helicópetro no alto da montanha enfiada no meio de umas árvores com uma avalanche eminente, até compreendia. Agora uns míseros metros, sem terem que a imobilizar, nem nada do género, não consigo engolir.
Mas anteontem recebemos ainda mais uma. Do hospital. Com tudo discriminadinho, tipo gazes, medicamentos etc. Quase 250 euros. Pergunto eu então a que se referiam os 200 euros que pagámos no próprio dia.
Já estou à espera de uma conta da utilização da cadeira de rodas onde a Joana foi sentada no teleférico e do balão-luva com cara que a anestesista fez para as distrair.
Fomos muito bem tratados, isso fomos, mas para a próxima enganamo-nos na morada quando nos pedirem para preencher papéis.
Isto e mais a fritadeira que avariou. O ferro que pifou. A máquina de lavar-roupa que não tem arranjo e o mini-aspirador que se desfez, já nos andamos a passar.
O tal ursinho saiu-nos caro.
Depois do nosso regresso recebemos duas contas. Uma referente à ambulância. Outra referente ao dentista que foi de propósito ao hospital ver o estado interior da boca da Joana. Ok. até aqui tudo bem. Achámos que nos podia ter sido cobrado na altura mas compreendemos.
A maior surpresa veio mais tarde quando recebemos uma carta referente ao salvamento na montanha. Ela estava a uns 200 metros do teleférico e o que fizeram além de lhe enfaixar a cabeça foi transportá-la até ao teleférico. Uma distância mesmo muito pequena porque a Joana espalhou-se já no fim da pista. Mas lá devem ter gasto litros e litros de gasolina e outros recursos porque a conta é de 380 euros. Não queria acreditar na roubalheira. Ainda que a tivessem salvo de helicópetro no alto da montanha enfiada no meio de umas árvores com uma avalanche eminente, até compreendia. Agora uns míseros metros, sem terem que a imobilizar, nem nada do género, não consigo engolir.
Mas anteontem recebemos ainda mais uma. Do hospital. Com tudo discriminadinho, tipo gazes, medicamentos etc. Quase 250 euros. Pergunto eu então a que se referiam os 200 euros que pagámos no próprio dia.
Já estou à espera de uma conta da utilização da cadeira de rodas onde a Joana foi sentada no teleférico e do balão-luva com cara que a anestesista fez para as distrair.
Fomos muito bem tratados, isso fomos, mas para a próxima enganamo-nos na morada quando nos pedirem para preencher papéis.
Isto e mais a fritadeira que avariou. O ferro que pifou. A máquina de lavar-roupa que não tem arranjo e o mini-aspirador que se desfez, já nos andamos a passar.
O tal ursinho saiu-nos caro.










